Mapa de fantasia com a tripulação Pinga Anã: Penetrus, Uni-Orc, Arthas Gaius, Red Oni e Sir Baldius.

A saga

Quem somos

Em um reino tão, tão distante, muito além dos mares conhecidos e das montanhas esquecidas pelo tempo, vagava um velho mago errante chamado Penetrus. Embora fosse versado nas artes arcanas, seus maiores talentos eram a apreciação de bebidas exóticas, a lábia afiada e uma fama nada discreta de conquistador. Certa noite, enquanto atravessava as terras fronteiriças de Nidavelir, o lendário reino dos anões, Penetrus testemunhou uma violenta discussão entre dois clãs anões. Martelos voavam, barbas eram puxadas e canecas eram arremessadas para todos os lados. Curioso como sempre, o mago aproximou-se sorrateiramente e descobriu a causa da confusão: um antigo mapa que supostamente indicava o caminho para a lendária Pinga Anã, uma bebida mítica cuja receita ancestral havia sido perdida há séculos. Dizia a lenda que a Pinga Anã fora criada pelos primeiros mestres cervejeiros de Nidavelir e possuía propriedades quase mágicas. Alguns afirmavam que ela concedia coragem inabalável; outros juravam que revelava segredos ocultos ou permitia enxergar além dos véus do mundo. Havia até quem dissesse que tudo não passava de uma bebida absurdamente forte. Percebendo a oportunidade, Penetrus utilizou sua magia para separar a briga e, enquanto os anões discutiam sobre quem tinha razão, lançou um discreto encantamento que lhe permitiu roubar o mapa sem que ninguém percebesse.

Com o precioso artefato em mãos, o mago partiu em busca de um antigo companheiro de aventuras: o famoso Capitão Arthas Gaius, um lendário pirata dos mares ocidentais, mestre da navegação e dono de um navio tão veloz quanto sua habilidade para encontrar confusão. Ao ouvir a história da Pinga Anã, Arthas não hesitou. Afinal, nenhuma aventura digna de ser contada em uma taverna poderia começar sem um mapa misterioso e uma bebida lendária no final do caminho.

Determinados a formar a tripulação perfeita, os dois iniciaram seu recrutamento. O primeiro a ser convocado foi Sir Baldius, um cavaleiro templário honrado e leal, cuja coragem era tão grande quanto sua falta de coordenação. Apesar de seus votos e sua disciplina, possuía uma fraqueza conhecida em todos os reinos: uma paixão quase religiosa por bebidas fortes.

O próximo integrante foi uma criatura incomum encontrada nas florestas selvagens próximas às fronteiras do reino. Tratava-se de um orc excêntrico que vestia a pele de um unicórnio que se comunicava exclusivamente no antigo dialeto orc. Sem compreender uma única palavra do que dizia, a tripulação decidiu chamá-lo simplesmente de Uni-Orc. Para surpresa de todos, ele aceitou imediatamente o convite.

Por fim, juntou-se ao grupo uma figura envolta em mistério. Vindo das terras longínquas do extremo oriente, um poderoso caçador de recompensas conhecido apenas como Red Oni. Pouco se sabia sobre seu passado, mas sua reputação era suficiente para fazer até mesmo os criminosos mais perigosos mudarem de rota ao ouvir seu nome.

Assim nasceu a tripulação da Pinga Anã. Guiados por um mapa roubado, uma lenda improvável e uma sede insaciável por aventuras, Penetrus, Capitão Arthas Gaius, Sir Baldius, Uni-Orc e Red Oni partiram pelos mares desconhecidos em busca da lendária bebida dos anões. Desde então, atravessaram tempestades sobrenaturais, enfrentaram monstros marinhos, desafiaram reis tiranos, saquearam tesouros esquecidos, sobreviveram a tavernas em chamas e se envolveram em confusões que nenhum bardo seria capaz de narrar sem exagerar. E embora a verdadeira localização da lendária Pinga Anã continue sendo um mistério, uma coisa é certa: onde quer que essa tripulação apareça, aventura, caos e barris vazios certamente virão logo em seguida.

Penetrus, o mago tecladista, de barba longa e vestes azuis estreladas no estúdio Moai.

Teclados · Magia

Penetrus — O Mago Tecladista

Penetrus é um velho mago errante, versado nas artes arcanas, mas célebre sobretudo pela apreciação de bebidas exóticas, pela lábia afiada e por uma fama nada discreta de conquistador. Foi ele quem, nas fronteiras de Nidavelir, descobriu o mapa da lendária Pinga Anã no meio de uma briga entre clãs anões — e, com um encantamento discreto, levou o artefato embora sem que ninguém percebesse.

Com o mapa em mãos, Penetrus partiu em busca de Arthas Gaius, antigo companheiro de aventuras, e os dois iniciaram o recrutamento da tripulação. Nos teclados, sua maestria não se limita a tocar notas: ele tece feitiços sonoros que harmonizam almas e corações, reunindo os mais diversos seres em torno de uma mesma busca improvável.

Sir Baldius, templário baterista com cruz no peito, ao lado da tripulação no estúdio Moai.

Bateria · Fé e força

Sir Baldius — O Templário Baterista

Sir Baldius foi o primeiro a aceitar o convite de Penetrus e Arthas: um cavaleiro templário honrado e leal, com a cruz estampada no peito e uma coragem tão grande quanto sua falta de coordenação. Apesar dos votos e da disciplina, carrega uma fraqueza conhecida em todos os reinos — uma paixão quase religiosa por bebidas fortes.

Abandonou as cruzadas para empunhar as baquetas e tornou-se a base rítmica da tripulação. Sua bateria marca o compasso das batalhas, das celebrações e das travessias mais perigosas pelos mares desconhecidos. Leal até o fim, sua batida é a certeza de que a aventura — e mais um barril — sempre continuará.

Arthas Gaius, capitão pirata e vocalista, no palco com microfone e faixa vermelha.

Vocal · Capitania

Arthas Gaius — O Capitão Pirata Vocal

Capitão Arthas Gaius é um lendário pirata dos mares ocidentais, mestre da navegação e dono de um navio tão veloz quanto sua habilidade para encontrar confusão. Quando Penetrus apareceu com o mapa roubado e a história da Pinga Anã, Arthas não hesitou: nenhuma aventura digna de ser contada em uma taverna poderia começar sem um mapa misterioso e uma bebida lendária no final do caminho.

Como vocalista e capitão, ele traça as rotas e inspira a tripulação com canções sobre a vida, o amor, a perdição e a liberdade. Contador de histórias e visionário, sua voz poderosa já conquistou donzelas e marujos — e agora guia Penetrus, Sir Baldius, Uni-Orc e Red Oni pelos mares em busca da lendária bebida dos anões.

Uni-Orc, orc de capuz de unicórnio, agachado com baixo no estúdio.

Baixo · Groove pesado

Uni-Orc — A Fúria Encapuzada

Uni-Orc foi encontrado nas florestas selvagens próximas às fronteiras do reino: um orc excêntrico que veste a pele de um unicórnio e se comunica exclusivamente no antigo dialeto orc. A tripulação não compreendeu uma única palavra do que dizia e decidiu chamá-lo simplesmente de Uni-Orc. Para surpresa de todos, ele aceitou o convite na hora.

Com o baixo nas mãos, cria as linhas mais pesadas e viscerais que agitam os mares e os corações dos inimigos. Sua presença é um mistério constante — ninguém sabe ao certo o que ele pensa, mas todos sabem que, onde quer que ele esteja, o groove será inevitável.

Red Oni com máscara vermelha de Oni e guitarra sunburst.

Guitarra · Lâmina flamejante

Red Oni — O Guitarrista

Red Oni foi o último a juntar-se à tripulação: uma figura envolta em mistério, vinda das terras longínquas do extremo oriente. Conhecido apenas por esse nome, é um poderoso caçador de recompensas sobre o qual pouco se sabe — mas cuja reputação basta para fazer até os criminosos mais perigosos mudarem de rota ao ouvir seu nome.

Recrutado para trazer os solos mais rápidos e devastadores à busca pela Pinga Anã, sua guitarra corta o ar como lâminas e evoca a força de antigos espíritos. Sua música é um grito de guerra e um desafio a qualquer um que ouse cruzar o caminho da tripulação — e sua presença no palco é tão eletrizante quanto seus riffs.

Red Oni no palco no Massacration Mister Rock.

Ouve as canções desta saga e embarca na aventura.

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